A mentira é algo doce que gostamos de provar todos os dias...
ela não nasce conosco e muito menos esta no nosso sangue. A mentira é uma maneira mais facil de conseguir o que se deseja e de evitar o que não te convêm.
Não vou mentir falando que não minto. A redundância absurda da frase ja fala por si. Não adianta tentar atacar a pedra porque todos os nossos telhados ja estão quebrados... Ja que mesmo mentindo, sempre existe alguém para nos julgar.
A mentira é o ato de ocultar a verdade para um fim conveniente para quem mente.
A falta dela quebra uma fina malha que envolve o sistema de convivio e todo o andamento da sociedade.
Se mentimos ( não falo de atos hediondos) é porque não temos capacidade de assumir certos atos para nossa vida. Ou não temos coragem de certas decisões.
Mesmo que a sociedade, a religião, a escola, os contos, os seus pais, seus amigos, seus parceiros; falem que mentir é feio... você sempre usará esse recurso.
Não existem mentiras boas. A mentira é um ato que não deveria ser qualificado se as pessoas não conseguem ter o bom senso de saber quando usa-la.
O pai da mentira é o medo.
O medo que temos constantemente da reação alheia por conta do que fazemos. Medo da consequência dos nossos atos...
Mas em muitos casos eu ainda acho desnecessário o uso da mentira.
Se no final tudo não passa de uma relação de interesses mutuos, que podem ou não, ser compartilhado entre duas pessoas; ou entre situações, optar pela objetividade torna-se mais vantajoso do que mentir.
Eu aposto em ser objetivo (as vezes) e levar um não ou um sermão por conta dos meus próprios interesses.
Mas exigir isso do próximo é algo impossível.
Pois mentir é um ato tão humano quanto errar e um sempre provêm do outro.